Glossário

Bitrate +

É a quantidade de bitis usada na compressão do vídeo por unidade de tempo. Normalmente é dado em bits por segundo. O bitrate é o ponto essencial em qualquer vídeo digital, teoricamente quanto maior o bitrate melhor a qualidade, mas também maior o arquivo.

Bitrate está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4, quanto maior for o bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. O bitrate pode variar, sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor qualidade.

CAS (Conditional Access System) +

O Conditional Access System (CAS) oferece segurança de conteúdo digital para teledifusores. Em redes de cabo, satélite, terrestres, IP, móveis ou híbridas, as soluções de CAS dão aos teledifusores a capacidade de oferecer conteúdo digital a antigos e novos aparelhos sem correr o risco de comprometer seus ativos digitais.

CATCH-UP TV +

Em essência, o conceito do Catch-Up TV tem a ver com a possibilidade de gravar programas de TV a fim de assisti-los em outro horário. Porém, diferentemente da exigência da programação para a gravação, necessária nos DRVs e PVRs, no Catch-Up TV, a rede faz tudo isso automaticamente, deixando os programas disponíveis por um tempo pré-determinado (normalmente um ou dois dias após sua programação normal).

CDN (Content Delivery Network) +

CDN ou Content Delivery Network é um sistema de computadores desenvolvido para maximizar o acesso de usuários ao Conteúdo por meio da Internet. O Conteúdo pode ser um conjunto de imagens, vídeo streaming, eventos ao vivo, web objects, ou até mesmo arquivos para download. A CDN acelera a entrega de serviços como video streaming, bem como disponibiliza relatórios, proteção de conteúdo, permite distribuição global a um preço bem competitivo.

CLOUD VIDEO +

Cloud Video é uma nova forma de assistir instantaneamente a Filmes Digitais, onde e quando quiser. Cloud Video não exige armazenamento local, ou seja, você não precisa entrar em nenhum tipo de “fila” para conseguir assistir ao Filme desejado, pois atendemos a milhares de usuários simultaneamente.

A EnterPlay Cloud Video não necessita de computadores robustos ou de uma banda larga de alta velocidade, nem mesmo para assistir a Filmes em alta definição (HD – High Definition). As demais, Cloud Video não requer os indesejáveis e demorados downloads. Assim, você pode começar a assistir ao Filme instantaneamente.

Além disso, você pode assistir aos seus Filmes e Seriados de TV no Set-Top Box de sua operadora de Cabo parceira da EnterPlay, no PC, Smartphone (iPhone, Android, Nokia N Series e Blackberry), Tablet (iPad, Xoom e Playbook) e TVs Conectadas.

DIGITAL SIGNAGE +

Digital Signage (em português literalmente sinalética digital ou sinalização digital) é um tipo de painel informativo tipicamente colocado em espaços públicos, usados normalmente para informar, publicitar ou simplesmente distrair. Sobre a sinalética clássica apresenta várias vantagens: pode mostrar animações e o conteúdo pode ser mudado com facilidade, adaptando-se ao contexto e audiência, até mesmo de modo interativo. A publicidade através de sinalética digital é uma forma de publicidade externa no qual o conteúdo e as mensagens são exibidas em sinais digitais, tipicamente com o objetivo de entregar mensagens orientadas para locais específicos em determinados períodos. A sinalética digital apresenta um retorno sobre investimento vantajoso sobre a sinalética clássica, especialmente quando utilizada em grande escala.

DRM +

A gestão de direitos digitais ou GDD (em inglês Digital Rights Management ou DRM) consiste em restringir a difusão por cópia de conteúdos digitais ao mesmo tempo em que se assegura e administra os direitos autorais e suas marcas registradas, pelo ângulo do proprietário dos direitos autorais. De qualquer forma, o objetivo da GDD é poder parametrizar e controlar um determinado conteúdo de maneira mais restrita. Atualmente é possível personalizar o varejo da difusão de um determinado arquivo comercializado, como por exemplo o número de vezes em que esse arquivo pode ser aberto ou a duração da validade desse arquivo.

ENCODING +

Processo de digitalização de sinais de vídeo e voz analógicos. Este processo também pode ser aplicado em arquivos digitais, a fim de modificar seu formato e/ou compressão de dados.

EPG (Electronic Programming Guide) +

O EPG ou Electronic Programming Guide é uma Interface gráfica que possibilita a navegação pelas múltiplas possibilidades de programação que o usuário encontrará na TV Digital, sendo o equivalente aos guias de horários de televisão publicados nos jornais, com funções e operação análoga a de um portal de internet.

FREE VOD (Free Video on Demand) +

Vídeo Sob Demanda Gratuito (Free Video on Demand - Free VOD) é o termo utilizado para especificar o acesso grátis a filmes digitais. Normalmente, o Free VOD dá acesso gratuito por um tempo limitado, no caso promoções de degustação. Um outro modelo de negócios usado para viabilizar o Free VoD é o serviço pago pelos anunciantes.

Pode-se dizer que o Free VOD é a versão gratuita do SVOD (Vídeo sob Demanda por Assinatura (Subscription Video on Demand - SVOD), onde o assinante paga um valor fixo mensal e tem acesso a todo o acervo digital da locadora virtual.

HHEAD-END +

Parte fundamental de soluções tradicionais de TV a Cabo. É no Head-End que são recebidos e monitorados os sinais terrestre e de satélite, que são então injetados na rede de cabo.

HIGH DEFINITION (HD) +

A High Definition ou Alta Definição (HD), um conceito em constante evolução, leva em conta o suporte do registro (que pode ser óptico ou magnético), a sua forma de codificação (analógica ou digital), a proporção de tela (4:3 ou 16:9), o número de linhas por quadro (720, 1080, etc.) e mesmo o sistema desenvolvido pelas marcas líderes no mercado (HDDV, CineAlta, etc). As normas internacionalmente aceitas para "broadcasting" (transmissão de TV aberta) são alvo de disputas constantes, e ainda não são consensuais.

Para além dos sistemas de captação, há que se ter em conta os sistemas de emissão ou exibição em consumo doméstico. O uso de cabeamento adequado nas ligações entre dispositivos de recepção, monitores e televisores, como por exemplo os HDMI, permitem um visionamento final com uma qualidade de brilho, contraste, definição, luminância e crominância acima da média.

Atualmente, considera-se "Full HD" qualquer sistema com um mínimo de 1080 linhas, proporção de tela 16:9 (mínimo de 1920 x 1080 pixels), varredura progressiva ou entrelaçada, e cadência de 25 ou 30 frames por segundo.

IPTV +

O serviço IPTV consiste na transmissão do sinal de vídeo, por meio da utilização do protocolo mais difundido na Internet, o IP. O transporte do sinal IPTV na rede IP pode ser usado os protocolos TCP, UDP e RTP, que integram a arquitetura IPTV. A transmissão de TV é feita em broadcast, ou seja, o sinal de vídeo é enviado a um grande número de usuários. O serviço IPTV vem se expandindo cada vez mais, permitindo tanto que as operadoras de Telecom captem receita, como a manutenção da carteira de clientes banda larga. Para tal, é de grande importância analisar que arquitetura dessa rede é mais adequada às necessidades da operadora e dos clientes.

No serviço IPTV, o sinal de vídeo deve ser compactado para sua transmissão, sendo essa, também, um elemento de escolha no projeto dessa arquitetura a ser implementado. Portanto, no projeto de uma arquitetura de rede IPTV, há várias opções de implementação, desde a distribuição até a entrega do vídeo ao usuário.

ISDB-T (TV DIGITAL) +

ISDB-T ou Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial é o padrão de Televisão digital, ou TV Digital, desenvolvido conjuntamente pelo Japão e o Brasil. Este padrão usa um modo de modulação e compressão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia, proporcionando assim transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por uma mesma frequência (canal) podendo obter imagem de alta qualidade (alta definição).

O padrão em operação comercial transporta cerca de 20 Mbps. Em termos práticos, isto é o equivalente a 3 programas em alta definição, que ocupam 6 Mbps cada, ou 7 programas em definição padrão, que consomem em média 2,8 Mbps cada.

nPVR (Network-based Personal Video Recording) +

nPVR ou Network-based Personal Video Recording é o PVR (vide glossário) que dispensa o uso de HD (Hard Disk) local no STB, uma vez que o conteúdo é gravado na Nuvem, ou seja, na Internet.

OTT (Over the Top) +

OTT ou Over the Top (OTT TV) é o termo que denomina o conteúdo de vídeo entregue através de meios alternativos.

A entrega de vídeo via Internet diretamente nos dispositivos dos usuários conectados, permite acesso em qualquer lugar, a qualquer tempo ao seu programa favorito, ou noticia que esteja procurando. Muitas das barreiras à implementação massiva dos serviços OTT TV estão sendo suplantadas e com isso, abre-se o potencial de transformar a face da indústria de TV, criando novas oportunidades de negócio para os players existentes e também possibilitando novos entrantes.

Agora que muito conteúdo em vídeo está disponível online, a grande pergunta é: Será que no futuro, a programação de TV migrará inteiramente para a Internet, deixando para trás os tradicionais provedores TV aberta, TV a cabo e TV via satélite?

Obviamente ainda vai levar algum tempo para que os serviços OTT possam competir com os provedores tradicionais, principalmente no que tange aos padrões de programação entregues pelos broadcasters brasileiros. Porém o que parece ser um caminho sem volta, é que cada vez mais e mais aumenta a demanda por vídeos online, os provedores de serviço e desenvolvedores de hardware (fabricantes de TV , media center, Home Theater) estão disputando o espaço nas salas dos usuários e as soluções OTT TV parecem ser a killer aplication do momento. (embora não tenham um modelo de negócio bem definido)

OUT OF HOME MEDIA (OOHM) +

Out Of Home Media (sinalização digital) é um tipo de painel informativo tipicamente colocado em espaços públicos, usados normalmente para informar, publicitar ou simplesmente distrair. Sobre a sinalização clássica apresenta várias vantagens: pode mostrar animações e o conteúdo pode ser mudado com facilidade, adaptando-se ao contexto e audiência, até mesmo de modo interativo. A publicidade através de sinalização digital é uma forma de publicidade externa no qual o conteúdo e as mensagens são exibidas em sinais digitais, tipicamente com o objetivo de entregar mensagens orientadas para locais específicos em determinados períodos. A sinalização digital apresenta um retorno sobre investimento vantajoso sobre a sinalização clássica, especialmente quando utilizada em grande escala.

PVR (Personal Video Recording) +

PVR ou Personal Video Recorder é um set-top box que armazena digitalmente mais de 30 horas de programação de TV e pode trabalhar com sistemas a cabo ou de satélite. Telespectadores podem pausar ou adiantar um show pela TV, gravar uma temporada de exibição e pular os intervalos comerciais.

SET-TOP BOX (STB) +

O Set-Top Box ou STB, é um equipamento que se liga ao televisor, via cabo SCART ou HDMI, e que tem como função principal a descodificação de um sinal externo de televisão digital, de modo aos respectivos conteúdos (programação televisiva, serviços interativos, etc) poderem ser visualizados pelo utilizador final através do televisor. O STB também pode ter a função de conexão do televisor diretamente à Internet e a serviços de VoD.

STANDARD DEFINITION (SD) +

A Stardard Definition ou Definição Padrão, também conhecida como SD, refere-se a uma resolução de imagem que alcance certos padrões,que não sejam considerados ED (Definição Aprimorada) ou HD (Alta Definição). O termo geralmente é usado em referência à televisão digital, em particular quando a transmissão tem a mesma (ou similar) resolução daquela dos sistemas analógicos. Ou à definição reproduzida nos DVDs.

Em padrões ATSC, SDTV pode ser transmitido sob 704x480 linhas com proporção de tela de 16:9, 704x480 (proporção de tela de 4:3) ou 640x480 (proporção 4:3 e pixels quadrados). A cadência pode ser de 24, 30 ou 60 frames por segundo. Contudo, se a recepção é fraca, pode-se encontrar inúmeros artefatos, tais como pixelização e falta de fluência.

Padrões que podem transmitir SDTV digital incluem DVB, ATSC e ISDB. Os últimos dois foram originalmente desenvolvidos para HDTV, mas eles provaram ser mais comumente usados pela habilidade de proporcionar vídeo SD e faixas de áudio via multiplexação, e então utilizar todo o bitstream para um só canal de alta definição.

Quando a resolução é considerada, tanto aquela do sinal transmitido quanto a resolução da TV exibida são levadas em conta. NTSC digital e sinais do tipo PAL/SECAM (480i60 e 576i50, respectivamente) são transmitidos numa resolução horizontal de 720 ou 704.

STREAMING +

O termo “streaming” se refere a uma grande variedade de contextos no mundo das telecomunicações, mas é claro, aqui vamos nos ater à Internet. Derivado do verbo “stream” (“fluir”, ou “correr”, no contexto de um rio) se refere ao método que permite a entrega e apresentação constante (como o fluxo de um rio) de um conteúdo ao usuário final. Geralmente, como devem suspeitar, os usos de Streaming mais frequentes são para música e vídeo.

SVOD (Subscription Video on Demand) +

Vídeo sob Demanda por Assinatura (Subscription Video on Demand - SVoD) é o termo utilizado para especificar a assinatura de filmes digitais. Neste caso, o assinante paga um valor fixo mensal e tem acesso a todo o acervo digital da locadora virtual.

Pode-se dizer que o SVoD é o oposto do TVoD (Transactional Video on Demand), ou aluguel de filmes digitais.

TVOD (Transactional Video on Demand) +

Vídeo sob Demanda Transacional (Transactional video on demand - TVOD) é o termo utilizado para especificar o aluguel de filmes digitais. Normalmente usa-se apenas o termo VOD, ao invés de TVOD.

Neste caso, o consumidor paga individualmente por cada vídeo a ser assistido, que estará disponível para “plays ilimitados” por um prazo de 24 a 48 após o primeiro play.

Pode-se dizer que o TVOD é o oposto do SVOD (Vídeo sob Demanda por Assinatura (Subscription Video on Demand - SVOD), onde o assinante paga um valor fixo mensal e tem acesso a todo o acervo digital da locadora virtual.

VOD (Video on Demand) +

O Video On Demand é o conceito implementado por sistemas que permitem o usuário selecionar e assistir conteúdo de vídeo sobre uma rede como parte de um sistema de TV interativo. Podem ser em "streaming", no qual o vídeo é imediatamente executado a medida que os pacotes de dados referentes ao conteúdo chegam através da rede, ou baixados (download) inteiramente para após serem visualizados.

SVoD – O Subscription Video on Demand (SVoD) é a modalidade de VoD baseada no modelo de subscrição ou assinatura, onde há um pagamento mensal possibilitando o acesso ilimitado a todo o acervo.

TVoD - O Transaction Video on Demand (TVoD) é a modalidade de VoD baseada no modelo de transações de aluguel.

EST – O Electronic Sell Through (EST) é a modalidade de VoD baseada no modelo de transações de venda.